Byamb4

#1054de 53,640
198.7CVSS total
Vulnerabilidades · 27
Baixa
2
Média
6
Alta
12
Crítica
7
PT-2026-28172
7.5
2026-03-25
Picomatch · Picomatch · CVE-2026-33671
**Name of the Vulnerable Software and Affected Versions** Picomatch versions prior to 4.0.4 Picomatch versions prior to 3.0.2 Picomatch versions prior to 2.3.2 **Description** Picomatch, a glob matcher written in JavaScript, is susceptible to Regular Expression Denial of Service (ReDoS) when processing crafted extglob patterns. Specific patterns utilizing extglob quantifiers like `+()` and `*()`, particularly when combined with overlapping alternatives or nested extglobs, can be compiled into regular expressions that exhibit catastrophic backtracking on non-matching input. Applications allowing untrusted users to supply glob patterns to `picomatch` for compilation or matching are at risk. An attacker can potentially cause excessive CPU consumption and disrupt the Node.js event loop, leading to a denial of service. Applications using only trusted, developer-controlled glob patterns are less likely to be affected. **Recommendations** Versions prior to 4.0.4: Upgrade to version 4.0.4 or later. Versions prior to 3.0.2: Upgrade to version 3.0.2 or later. Versions prior to 2.3.2: Upgrade to version 2.3.2 or later. If upgrading is not immediately possible, avoid passing untrusted glob patterns to `picomatch`. Disable extglob support for untrusted patterns by using `noextglob: true`. Reject or sanitize patterns containing nested extglobs or extglob quantifiers such as `+()` and `*()`. Enforce strict allowlists for accepted pattern syntax. Run matching in an isolated worker or separate process with time and resource limits. Apply application-level request throttling and input validation for any endpoint that accepts glob patterns.
PT-2026-22204
3.5
2026-02-26
Wger · Wger · CVE-2026-27838
**Nome do Software Vulnerável e Versões Afetadas** Versões do wger anteriores a 2.4 **Descrição** O software apresenta uma falha em que os endpoints de ação de detalhe de rotina verificam um cache antes de confirmar a propriedade do objeto usando `self.get object()`. As chaves de cache são definidas apenas pela chave primária (`pk`) e não incluem o ID do usuário. Isso permite que um atacante recupere respostas em cache para a chave primária de uma rotina sem autorização adequada, caso a vítima tenha acessado anteriormente a rotina por meio da API. Os **endpoints da API** afetados são: '/api/v2/routine/{pk}/date-sequence-display/', '/api/v2/routine/{pk}/date-sequence-gym/', '/api/v2/routine/{pk}/structure/', '/api/v2/routine/{pk}/logs/' e '/api/v2/routine/{pk}/stats/'. A variável vulnerável utilizada na construção da chave de cache é `routine id`. Um atacante pode, potencialmente, recuperar detalhes da rotina de outro usuário, incluindo sequências de dias de treino, estrutura de exercícios, logs de treinamento e estatísticas, do cache sem verificação de propriedade. O tempo de vida (TTL) do cache é de um mês. **Recomendações** Versões anteriores a 2.4: Inclua o ID do usuário na construção da chave de cache para identificar exclusivamente as respostas em cache de cada usuário. Alternativamente, mova a chamada da função `self.get object()` antes da consulta ao cache para garantir que a propriedade seja sempre verificada primeiro.